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Cadê o frio?

O mês é julho. A estação, inverno. Nas malas muitas luvas e cachecóis. Mas feliz ou infelizmente é nas malas que eles continuarão. Na manhã do domingo, a capital da Argentina amanheceu com um céu que não é nada típico da região nessa época do ano. O sol brilhava e a temperatura subia com os passar das horas da manhã até o meio dia.

Pra quem está acostumado e gosta das altas temperaturas do Rio de Janeiro (como a nossa correspondente Marina Costa, que mora na Cidade Maravilhosa) a temperatura está ótima. Para aqueles que esperavam estrear as novas botas e casacos no frio portenho, a temperatura está um pouco decepcionante…

Mas calma! Muita calma… Os noticiários daqui estão anunciando que a “ola” polar se aproxima – o que pode fazer a temperatura despencar nos próximos dias.

Agora, chega de divagar sobre a temperatura e vamos ao que interessa: o trabalho dos correspondentes!

 

Pode turistar?

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Pela manhã, o correspondente do Estado de S. Paulo e da Globo News, Ariel Palacios – que já nos havia dado uma aula maravilhosa de jornalismo no dia anterior – mais uma vez cedeu umas horinhas do seu dia para nos atender. No Café Pani, na Recoleta, essa que vos escreve, junto com os repórteres Ana Carolina Siedschlag e Diego Moura gravaram com ele uma reportagem em vídeo para o programa Edição Extra, da TV Gazeta, de São Paulo. Ele contou sobre sua trajetória, dificuldades e aventuras como correspondente. Mais detalhes? Vocês conferem no Edição Extra… Vou deixa-los curiosos por enquanto…

Depois da entrevista, o momento turista número 1 do domingo começou com um rápido passeio pela feirinha da Recoleta (que tem vários artesanatos e lembrancinhas da cidade).

Um pouco distante da Recoleta, em outro ponto turístico da cidade, Puerto Madero, as repórteres Carolina Piscina e Isabella Carvalho faziam um registro fotográfico do local. A ideia é ter um olhar diferente sobre o lugar, através de um reportagem que vai ser contada por fotos – e não por texto. Mostro um aperitivo do que vem por aí para vocês não ficarem com vontade…

 

Já que estamos falando de pontos turísticos, alguns dos nossos correspondentes aproveitaram para conhecer o bairro de San Telmo e a feirinha de antiguidades, e também o Caminito (momento turista número 2). E, claro, aproveitaram para fazer umas comprinhas.

Mas… Espera aí… O que está acontecendo? Todos os correspondentes saindo e turistando pela cidade? Que absurdo…

O caro leitor vai pensar que devemos dar um desconto, afinal é domingo e como ninguém é de ferro todos merecem um descaso né?

NÃO!!!

Um dos lemas do Jornalismo Sem Fronteiras é: #AquiéTrabalho

Logo, os repórteres também trabalharam! E muito!

 

De volta ao trabalho

O Diego Moura e Elisa Espósito visitaram a Escola de Mecânica da Armada para uma reportagem sobre a ditadura Argentina.

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A Laura Ciampone foi até o Café Tortoni e entrevistou os dançarinos de tango do local para uma reportagem sobre a vida por trás dos palcos.

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Café Tortoni – Foto: Carolina Piscina

 

E por falar em Café Tortoni, aí vem o momento turista (de novo??) número 3. O grupo todo foi até lá para confraternizar e conhecer o local histórico (que existe desde 1858).

E assim, terminou o domingo…

 

Uma noite antes

Contudo, não posso ocultar do leitor um detalhe importantíssimo… Na noite anterior (do sábado para domingo), os correspondentes foram conhecer a vida noturna de Buenos Aires. O bairro de Palermo é um dos “points” da cidade quando se fala em baladas. E foi para lá que eles foram…

 

Mas essa cidadã que aqui escreve não tem aqueeeela disposição para sair a noite e ir para uma balada (nada melhor para uma pessoa como eu do que tomar um banho quentinho e ir para a cama). Assim, deixo os detalhes por conta da Isabella Carvalho:

“Escolhemos o Brujas Madagascar, uma espécie de bar que se transforma em balada (aqui chamam de boliches!). Sobre a noite, difícil descrever. A empolgação do grupo contagiou o lugar, foi incrível! O prêmio? Uma garrafa de champagne para o grupo mais animado de todos! Além disso, curiosos pirulitos eram distribuídos durante a festa. No meio disso tudo, uma música de Gusttavo Lima tocada pelo DJ nos fez ir à loucura! Depois de horas de divertimento, voltamos pro hotel! O dia já amanhecia e o sentimento de dever cumprido e bem recompensado tomava conta de mim! O que virá amanhã? Mal posso esperar!”

 

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