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Tendências, ESMA E Mundial

Tendências, ESMA e Mundial

O dia começou com uma charla sobre inovações no jornalismo com a Isabela Giantomaso. Que o jornalismo tem mudado – e muito – não é novidade nenhuma. Mas quais são as mudanças? E as tendências? Já é possível falar em tendências ou tudo ainda é muito volátil? Isabela nos indicou algumas: podcasts, paywall e conteúdo pensado aos assinantes, por exemplo, são tendências que parecem estar se consolidando. Para ler mais sobre elas, curta nossa página no Facebook, onde constantemente postamos sobre inovações e tendências.

O segundo ponto do nosso dia foi na Escola de Mecânica da Armada, local utilizado como centro de tortura, detenção e extermínio durante os anos da Ditadura Militar argentina (1976-1983). A Esma, como é chamada, hoje é Espaço de Memória e Direitos Humanos, onde se lembram as atrocidades cometidas pelo regime militar.

Em nossa visita, estivemos no Casino de Oficiais. O Casino, que também passou a ser utilizado como centro de terror já em 1976, teve um papel central na desarticulação de movimentos contra a ditadura e foi parte da captura e desaparecimento forçado de por volta de 5 mil pessoas. Com recursos audiovisuais e espaços vazios (ausências que se fazem muito presentes), a mensagem da visita é muito clara: terror nunca mais. Alejandro Lizarazu, participante do grupo, ao fim da visita, comentou: “Estando aqui na ESMA, você percebe todo o sofrimento, toda a falta de direitos humanos que existia. Se sente que não havia esperança aqui”.

No final da tarde, o tom foi bastante diferente. O Brasil jogaria contra a Croácia nas quartas de finais da Copa do Mundo, e o grupo se dividiu para cobrir a partida em lugares diferentes. Assistiram, por exemplo, a Praça San Martín receber uma unanimidade de pessoas que torciam para o Brasil (muitos deles, brasileiros) no Fifa Fan Fest, espaço criado pela organização para transmissão de jogos ao longo do mundial. Acompanhe as fotos pelo nosso Instagram.

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