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Don’t cry for me, Argentina

O último texto deste blog em solo argentino 🙁

Dentro de algumas horas, todos farão check out no hotel e aproveitarão para dar seus últimos pulos por Buenos Aires. De repente dar uma espiadinha aqui e ali, de olho em um lugar legal que deixou passar devido à correria dos dias de produção noticiosa.

É, depois de uma semana chegou a hora de desmontar acampamento, recolher os equipamentos e gastar os últimos pesos.

Nosso complexo sistema de redação chora pela partida (o hotel, o sistema de energia elétrica de Buenos Aires e os bombeiros enviaram um cartão de agradecimento pela ida).

Os correspondentes usaram a manhã e a tarde para fechar textos, fazer fotos pendentes, entrevistar gente (sim, a Elisa Espósito e a Deborah Rezaghi gostam de viver perigosamente).

Já no período da tarde, fizemos uma breve saída para visitar a redação do jornal econômico Ambito Financeiro (quem conseguiu a visita foi a Bia Campilongo).

O redator de política Milton Merlo nos explicou que o diário sofreu – e vem sofrendo – uma série de mudanças estruturais e tecnológicas desde que foi fundado em 1978. Antes era tão especializado que os “repórteres” saíam às ruas da zona financeira de Buenos Aires com uma série de planilhas para preencher as quatro páginas do periódico, cheia de tabelas. Hoje, o foco é o bastidor, especialmente das áreas de economia e política (entretanto, o jornal abarca cultura e internacional também).

A redação lembra um pouco cenários de filmes antigos. Os moldes são tão tradicionais que não abrem mão de um revisor de textos.

Depois da visita, todos voltaram ao hotel. Quer dizer, todos não.  A Jessica Cruz e o Pedro Neves viajaram para os confins de Buenos Aires para conversar com o pajé de uma tribo indígena remanescente. Enquanto voltavam, o Rafael Esteves e a Carolina Piscina foram lá para as bandas do Congresso fotografar.

O Facebook ficou até mais lento por causa das matérias que iam surgindo no grupo, sob o olhar atento da nossa comandante em chefe e comissão julgadora.

Fechamos uma revista. Que venham as próximas!

A essa hora todos estão dormindo (aham), com suas malas fechadas (claro), os alfajores embalados (ok) e o bife de chorizo escondido na mala de mão. Não pode líquido nem gel, mas uma carninha a punto, que dá para cortar com a beirada da colher, ninguém falou nada…

Empanados (e empanadas) de amor por essa cidade.

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