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Terça-feira – 16 de Julho

  • 17 de julho de 2013

Após uma chegada de exploração por todos os meandros de Buenos Aires, já nos sentíamos quase portenhos. Era hora de começar nosso segundo dia em terras argentinas e partir para o trabalho – apesar da maioria já ter partido antes mesmo dessa largada. A reunião de pauta serviu não só para alinhar os melhores caminhos a serem tomados, mas também para unir os colegas e criar conexões (tanto internas, quanto externas, com as fontes). A empolgação fez com que a maioria agregasse novas pautas no meio do caminho. No que depender da disposição desses aspirantes, a Revista “Enviado Especial” de 2013 vai ficar maior que a transcrição de um discurso da Cristina Kirchner. As intenções de reportagens são tantas que, para contar todas, é melhor irmos por partes:

Segunda-feira – 15 de julho

  • 16 de julho de 2013

Sob um amanhecer que despertou tímido, começamos o primeiro dia de trabalhos em Buenos Aires. Parece que Nossa Senhora de Luján – padroeira da Argentina e de sua capital – se alegrou com nossa presença e nos agraciou com um dia lindo. O sol brilhou para nenhum nativo dos trópicos botar defeito e levou embora o friozinho da manhã. Mesmo assim, para quem não está acostumado com essas temperaturas tão baixas, foi estranho sair com tantas luvas e cachecóis, e sentir o ar gélido da capital argentina. Todos se apresentaram com pontualidade inglesa. O café-da-manhã foi embalado por conversas sobre filmes, pautas e os programas que tínhamos pela frente.

Domingo – 14 de julho

  • 16 de julho de 2013

O embarque

Empezó nuestra jornada! Era aquele o dia tão esperado por nove destemidas futuras jornalistas e apenas um homem que, se sobreviver ao convívio intenso com tantas mulheres, com certeza será um profissional perfeito! (rsrs). Chegamos cedo ao aeroporto (pelo menos alguns de nós…). Três horas antes do horário do voo. Às 14h já estávamos no check-in. À medida que a ansiedade ia aumentando, o grupo crescia. Os participantes chegavam tímidos, quietos… Apesar do aeroporto cheio em um domingo de férias, os tramites burocráticos para o embarque não tomaram muito tempo.

 

O contexto

  • 16 de julho de 2013

Como é viver um país, mesmo sendo pertinho daquele em que você nasceu, mas com uma língua e cultura completamente…

Clóvis Rossi divide sua experiência de correspondente internacional com os alunos

  • 9 de julho de 2013

Jornalista aponta o que é preciso para trabalhar como repórter no exterior.

por: Deborah Rezaghi

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“Jornalismo não se ensina. Jornalismo se faz com quatro verbos: ver, ler, ouvir e contar.” Essa foi a receita que o jornalista Clóvis Rossi passou para os estudantes da Cásper Líbero durante a palestra “Correspondente internacional – atuação e carreira”, que aconteceu no dia 19 de junho.