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#AquiÉtrabalho

  • 20 de julho de 2014

Sábado de manhã. Temperatura de noves graus. Ótimo dia para ficar em casa, quentinho embaixo dos cobertores, assistindo a um bom filme. Cenário perfeito para um sábado frio né? Perfeito para quem tem esse “privilégio”. Mas para os correspondentes do Jornalismo sem Fronteiras o lema é: Trabalho! Trabalho! E Trabalho!

Conhecendo a cidade…

  • 20 de julho de 2014

9h da manhã. Esse foi o horário que os correspondentes tinham que se encontrar na porta do Hotel Américas Towers para o primeiro compromisso da jornada.

O destino era a rua Leandro N. Alem, 720. No local, o correspondente do jornal espanhol El País, Alejandro Rebossio, dividiria sua experiência como jornalista na Argentina com o grupo.

Fim da viagem….

  • 13 de agosto de 2013

Chegamos ao fim dessa jornada com muitas impressões. Percebemos que o jornalismo é sim apaixonante, mas cobra um preço bem alto de quem ingressa nele. Porém, não é exclusividade nossa: outras profissões exigem tanto quanto ou até mais. O que nos fez ter certeza de que é impossível chegar lá sem ralar, sem abdicar, passar por tempestades.

Sábado – 20 de julho

  • 23 de julho de 2013

Último dia completo em Buenos Aires, o sábado já começou com cheiro de nostalgia antecipada. O amanhecer veio junto ao friozinho que dá cara à cidade e que nos cativou durante toda a semana. Porém, ficamos sabendo que um fato havia mudado a rotina do lugar: na noite anterior, umas pessoas saíram de uma balada e, por motivos ainda espúrios, decidiram atacar a unidade de luz do bairro, a Recoleta. Moral da história: faltou luz durante a madrugada e acordamos sem água, pois a bomba do hotel não funcionava sem força. Vale lembrar que no dia anterior, por causa da manutenção, a maioria de nós acabou sem tomar banho. Praticamente um complô contra a higiene nossa de cada dia. Mas não há o que possa ser feito. Apenas ressaltar o quanto irresponsável e perigoso foi esse ato. Pessoas que dependem da água e da luz poderiam ter sido prejudicadas – se é que não foram. Nós, que já sofríamos com os problemas de internet, passamos maus bocados. Só não mais que o próprio hotel – pela manhã, dezenas de hóspedes iam reclamar na recepção.

Novamente, cada um cuidava das suas produções e não conseguiremos retratar aqui o que todos fizeram…

Sexta-feira – 19 de julho

  • 23 de julho de 2013

A sexta-feira foi um dia que começou na quinta. E de maneira meio trágica. Explico: o hotel comunicou que iria fazer uma manutenção e, por isso, a água seria desligada às 23h da quinta-feira, 18, e só seria restabelecida às 6h de sexta. Como vimos no diário de ontem, nossa quinta não foi moleza, viramos meia Buenos Aires em um dia que parece ter tido 36 horas. Mas nem isso fez com que parássemos: chegamos no quarto e já corremos para agilizar a produção. Como ninguém se lembrou que não haveria água depois das onze da noite (por estarmos muito envolvidos com o trabalho) alguns continuaram escrevendo e outros foram descansar. Quando percebemos já eram mais de 23h e os chuveiros não tinham mais uma gota de água. Irônico, justo no dia que o Ariel nos contou sobre quando ficou cinco dias sem tomar banho na cobertura do terremoto do Chile. Mas, não sobrou outra alternativa, fomos dormir sem banho mesmo. Porém, a pior surpresa foi ao acordar: ainda não havia água. A recepção informou que em pouco tempo teríamos água novamente, entretanto, esqueceu de falar que ela voltaria, mas o aquecimento não… A partir daquele momento havia água, mas, fria. Os que conseguiram utilizar a água, ainda que congelante, numa temperatura de 8°C, agradeceu por não ter que começar seu dia sujo. Mas logo após se trocarem, o aquecedor voltou. Serviu para vermos, ainda que em menor escala, como é lidar com essas situações adversas e como saber contorná-las. No dia-a-dia acabamos esquecendo como essas coisas básicas fazem falta. Não tê-las causa uma sensação estranha.

Confira todo o relato de Clésio Oliveira.

Quinta-feira – 18 de julho

  • 20 de julho de 2013

Buenos Aires resolveu mostrar-nos como são suas manhãs típicas de inverno justo no nosso dia mais corrido. O friozinho até que era suportável e, me arriscaria a dizer, charmoso; mas as rajadas cortantes de vento e a chuva faziam com que procurássemos chegar o mais rápido possível ao nosso destino. E como nunca nos falta motivo para correr, nosso compromisso hoje seria o mais cedo de todos, às 9 da manhã. SERIA. Engolimos nosso café da manhã, pegamos agasalhos extras e partimos para o nosso primeiro destino: O El País. Lá iríamos assistir uma palestra do Alejandro Rebossio, correspondente do jornal espanhol aqui na Argentina. De quebra, pelo nosso roteiro, o entrevistaríamos e conheceríamos a redação do jornal aqui da Argentina.

Quarta-feira – 17 de julho

  • 18 de julho de 2013

Manhã bem quente em pleno inverno portenho; uma entrevista coletiva a apenas três quarteirões do hotel; ao nosso lado, conversando descontraidamente conosco, os correspondentes Ariel Palácios (O Estado de S.Paulo) e Janaína Figueiredo (O Globo)… Definitivamente, a quarta-feira começou fora dos padrões! Para começar, saímos do hotel rápido, ansiosos e com um certo receio por conta do horário. Pois, como o local do evento era muito próximo ao hotel, saímos apenas vinte  minutos antes. Mas, assim que chegamos, percebemos que não havia com o que se preocupar, fomos um dos primeiros. Para muitos, aquela era a primeira entrevista coletiva da carreira. Como tema o lançamento do documentário “El Papa del fin do mundo”, do History Channel. Dava pra ver na cara de cada um o risinho bobo de dividir espaço com jornalistas dos maiores veículos da Argentina e outros correspondentes.