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O Olhar Estrangeiro De Um Correspondente Internacional

O olhar estrangeiro de um correspondente internacional

Sábado também é dia de IX Jornalismo sem Fronteiras.

O compromisso diário estava marcado para as 8:00 horas. E, sabendo da rotina intensa dos últimos 5 dias, a nossa equipe propôs uma vivência diferente.

Dessa vez a entrevista aconteceu em uma cafeteria na cidade de Buenos Aires. Fala sério, café e jornalismo sempre vão bem, não é?!

Imagina então tomar um café ao lado de Ariel Palacios.

Ele, que vive na Argentina desde 1995, é um grande nome dentre os correspondentes internacionais na atualidade.

Os participantes do programa não conseguiam esconder seu entusiasmo por estar ao lado do argentino que passou a vida inteira no Brasil.

A humildade e didática dele fez os futuros correspondentes se sentirem mais próximos de uma referência da profissão.

Quando perguntado sobre um trabalho que mais aprendeu ele respondeu com: “Em todas as matérias a gente aprende um pouco, aprendemos como fazer uma pergunta, como extrair informações”. E o maior conselho para executar o jornalismo, para Palacios, é sendo o mais cético e racional possível, para não perder nunca um olhar crítico a todos os assuntos.

Talvez o maior diferencial de toda essa conversa, para nós, tenha sido o fato de aprender que, o olhar de um correspondente internacional, que é um olhar de estrangeiro, é importante se cultivar por ser uma visão mais atenta dos acontecimentos.

Para finalizar, Ariel nos disse que, a principal característica de um jornalista, para ele, é ter paciência. Paciência para entender que muitas vezes não iremos conseguir o que planejamos em um trabalho e, no fim está tudo bem.

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